20.000 Km com a XT 660 Z Ténéré.

49 comentários
20.000 Km com a XT 660 Z Ténéré.

Olá, amigos leitores e queridos alunos, desde o post Ténéré 660. Diferença Entre Pilotar E Dirigir venho observando a “personalidade” desse trator, ops, dessa moto. Assim tenho algumas boas e más notícias referente aos 20.000 km pilotando essa magrela. Porém, vamos citar alguns dados de uso dessa moto:
1- Moto conduzida pelo mesmo piloto;
2- moto conduzida todos os dias, com uma rodagem diária entre 120 a 160 km de pilotagem urbana;
3- duas vezes por mês viagens em pista asfaltada, com rodagem de 500 km a média.
4- ano e modelo 2012/2013;
5- moto exposta ao clima (chuva, sol e sereno noturno), pois a garagem onde é estacionada não é coberta;
6- revisada com a mesma concessionária desde 0 km;
7- ora abastecida com gasolina aditivada, ora comum;
8- usada diariamente e nos cursos de pilotagem com exercícios de frenagens e curvas fechadas.

Atualmente, nesta kilometragem rodada, a Ténéré 660 não mudou seu jeitão de só querer “pilotos de pegada”, onde o controle emocional do condutor deve estar bem equilibrado e com muita atenção nas re-acelerações. Ou seja, é uma moto que não tem meio termo: ame-a ou a odeie. Até então foi trocado, além do óleo Yamalube, uma pastilha de freio traseiro Brembo por 380,00 reais, original. Preço alto? Mas vale a pena, pode crer. O problema irritante desta moto é a qualidade dos piscas, pois já troquei os quatro piscas
e agora mais dois, mas o que está sendo mais chato não é a qualidade desses dispositivos de segurança, mas a falta dos mesmos na fábrica, embora eu esteja sempre muito bem atendido quando solicito ajuda pela ouvidoria e pela concessionária que freqüento. Outro problema que surgiu está com o regulador de voltagem. Não sei bem se é isso mesmo, mas meu mecânico fez vários testes no sistema elétrico e constatou várias hipóteses. Uma dessas hipóteses estava na possibilidade do chicote estar danificado, outra um defeito no regulador de voltagem (se for isso seria a primeira moto desse modelo a dar problema, pelo menos o que me disseram). A característica desse problema é semelhante a um gasto repentino da eletricidade na bateria. Primeiro acende a luz amarela (no painel) indicando problema na injeção eletrônica e, alguns segundos depois, a moto “apaga”, assim painel e buzina não funcionam, mas as luzes (farol baixo e lanterna) funcionam. Como fazer funcionar depois dessa pane? Aguarde alguns minutos, ligue a ignição e empurre a moto para “pegar no tranco”, acelere forte por instantes, a luz amarela apaga e então a moto funciona como se nada tivesse acontecido. Ainda meu mecânico está verificando, pois esse defeito só aconteceu entre os dias em que estou postando esse artigo.
Um fator positivo está relacionado com o preço das revisões. Para uma moto de 30 mil reais, considerada big trail, o preço ficou na média de 150,00 reais para cada revisão, claro que não se conta a pastilha trocada nos 15 mil km e o óleo do motor trocado a cada 5 mil km, mas, acho eu, que para uma moto considerada “elitizada”, é a mais barata na manutenção em relação as suas concorrentes. O gasto de seus calçados achei muito bom com os Metzeler Tourance e considero que ainda irão durar até uns 22 mil km. Porém, quero experimentar o Anakee 2, da Michelin, para ver se melhora a performance nas frenagens emergenciais. Ainda considero essa moto a melhor em situações em estradas de terra. Excelente e emocionante a pilotagem off road dando uma boa sensação de segurança.
Bem, embora com esse probleminha elétrico, ainda sou fã dessa moto e a piloto constantemente em estradas, urbano e nos cursos que ministro e sinto, ainda, a sensação é de moto que não quebra, mesmo com piscas e, agora, com o sistema elétrico dando problemas. Será que eu tive a “sorte” de ser o único com uma moto com esses defeitos? Vamos continuar analisando.

Obrigado a concessionária Família Yamaha, de São Paulo, com sua equipe de mecânico chefiada pelo Wilson.
Abraços a todos.

Obs.: Hoje, dia 19 de Junho de 2013 ás 12:30 horas, depois de dois dias verificando o problema acima citado, foi constatado que um fio solto causou a falha elétrica. Assim, meu custo foi zero na manutenção e muito bem atendido na concessionária citada.
Texto Carlos Amaral
Edição e fotos: Geórgia Zuliani.

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  1. Romildo Júnior diz:

    Prezado Amaral, também sou amante das duas rodas, uso a minha XTR660 todos os dias para ir ao trabalho (120km ida e volta) e viagens nos fds, e quando nas férias, rodo uns 7 mil por esse “brasilzão”, pretendo troca-la na Tenere 660, porém o que me assusta, são os problemas nos piscas e as carenagens que estão quebrando em função da vibração (postado em vários sites na net), pergunto, você tem conhecimento de modelos 2013/13 que não estão com esses problemas? Abraços.

    • Amigo Romildo. Que beleza! Eu também rodo por dia 120 a 140 km. A família XT é muito boa e em minha humilde pesquisa entre as concessionárias e também com a ouvidoria da Yamaha, os modelos 13/13 já solucionou o problema dos piscas e das carenagens. Porém, as carenagens foram poucos os modelos que quebraram. A Yamaha me deu garantia dos piscas. Minhas carenagens não quebraram e de alguns amigos que tem esta moto também não. Somente os piscas. Também com alguns que compraram as 13/13 não reclamaram de quebra, embora não pilotem tantos km como você por dia. Mas são pesquisas em loco e estou acreditando que a Yamaha já trocou o fornecedor dos piscas.
      Um grande abraço.

      • Romildo Júnior diz:

        Maravilha…. estou ansioso para negociar logo a Teneré… obrigado pelas considerações, atualmente moro no nordeste de minas gerais, nanuque, cidade com divisa com bahia e espirito santo, passando por essas bandas, dê um alô xxxxxxxxxx. Abraços.

        • Saudações !
          Sou assumidamente amante da marca/modelo (Yamaha/Tenéré) – já estou na minha 3a.
          Mas, confesso que fiquei muito…muito triste ao ter minha moto com menos de 3 semanas com piscas quebrados (foram 2).
          Tive que levar a moto na concessionária e depois de muitas idas/vindas graças ao SAC obtive a troca de “todo” o conjunto.
          E, na sequência, por volta de 4 meses de uso, vi as laterais da carenagem apresentarem fissuras/rachaduras… lamentável. Tive, novamente, de recorrer ao SAC (que fez um atendimento show) e obtive a troca de ambas as laterais.
          Tenho conhecimento de que muitos outros proprietários também já passaram por isto…

          • Figueiredo, muito obrigado por sua opinião. De fato estes casos são para a maioria dos proprietários deste maravilhoso modelo. Mas o SAC da Yamaha me resolveu todos os problemas desta máquina. Parece que os modelos atuais melhoram muito. Um forte abraço.

  2. JOEL ANTUNES FERREIRA diz:

    Comprei uma Tenere 660 em fevereiro 2012. Antes de tirar a moto da loja deu problema elétrico relatado pelo Amaral. Trocada a bateria na própria loja e peguei a moto. Com uns 2000 km as setas se quebraram. Após, voltou o problema elétrico: trocou chicote, retificador e as setas traseiras. Estava na garantia. O pior é que agora, sem garantia, vejo que a moto está aparecendo trincas na pintura do tanque… ACHO QUE A TENERE 660 ESTÁ LONGE DE SER O QUE A YAMAHA DIVULGOU: RESISTENTE, CONFIÁVEL…

    • Amigo Joel, de fato já ouvi falar desse problemas que comentou. Ainda esta semana fui convidado pela Yamaha para fazer uma pesquisa sobre a 660Z. Seus comentários e de outros proprietários nos serão muito úteis para que a Yamaha resolva tais problemas. Assim que terminar tal pesquisa enviarei os resultados. Um grande abraço.

  3. Boa tarde Amaral,
    penso seriamente em comprar uma em 2014 0k, mas tenho algumas duvidas sobre a moto,como freio(abs)sera que vao introduzir, sera que vale a pena o dinheiro investido tendo em vista outras motos com +- mesmo valor e mais completa.EX:DL650,BMW E TRANSALP.

    • Olá, amigo José. E XT 660Z Ténéré é uma moto com excelentes freios, porém muito sensíveis, principalmente o de trás. Sendo assim o que falta nesta moto é realmente o ABS. VALE MUITO você comprar esta moto com ABS, você não se arrependerá. Também, é a única moto com o perfil off, puro sangue com vontatde de terra, enquanto a Transalp e a DL são mais on. Porém, deve considerar a G 650 GS Sertão ( a úmica moto que poderá se comparar com a Ténéré). Eséro ter ajudado. Abraços.

      • Bom dia amaral,
        Muito obrigado pela sua atencao em me responder,minha duvida e se a yamaha pensa um dia fabricar as motos ja com abs,pelo preço e um absurdo não ter,o uso off vai ser minimo,pelo menos no meu diadia,não sei nas viagem na maioria curta de 600km ida e volta,o que posso encontrar pela frente,sonho com a tenere mas ja começo a pensar na dl.

  4. CAIO GERMANO diz:

    BOA NOITE PESSOAL !
    A VERDADE É O SEGUINTE A MOTO ESTA COM UM DEFEITO CRONICO. AS PEÇAS SAO DE MA QUALIDADE. CONHEÇO TRES AMIGOS MEUS AQUI EM SAO CARLOS QUE ESTAO SE ARREPENDENDO AMARGAMENTE POR TER ADIQUIRIDO A MOTO. AINDA HOJE ESTIVE COM UM DESSES AMIGOS QUE ME MOSTROU A MOTO E ELA TINHA PELO MENOS UNS TREZE TRINCOS EM SUAS PEÇAS PLASTICAS. AS 4 SETAS PENDURADAS, ENFIM É UMA VERGONHA O QUE A YAMAHA ESTA DEIXANDO ACONTECER. TENHO UMA MT03 E ESTAVA PENSANDO EM TROCA-LA. MAS VOU FICAR QUIETINHO E ESPERAR A FABRICA TOMAR VERGONHA NA CARA E RESOLVER O PROBLEMA DE UMA VEZ.
    ABRAÇO A TODOS

    • Infelizmente o amigo Caio tem razão, pois alguns usuários dessa moto estão com sérios problemas estruturais na moto. Mas em contato com a Yamaha eles estão dizendo que já mudaram de fornecedores. Meus piscas não quebraram mais, e ainda bem que algumas partes da carenagem não quebraram (talvez eu tenha tido sorte de comprar de um lote com os problemas resolvidos). Porém, quero dizer que moto com o sistema ABS é uma compra sem arrependimentos, pois é um sistema de segurança que toda moto deveria ter. Abraços, amigo Caio, e muito obrigado pela sua opinião e ajuda.

  5. Olá Amaral!
    Tive uma XT 660R 2009 e com mais de 33.000km, não quebrou ou trincou nada!!Até hoje só fiz as revisões normais e agora vou ter que trocar a relação pq no início me descuidei um pouco. Sempre quis uma Tenene 660z, mas com tantos relatos de quebras das setas e carenagem deu uma desanimada! Você ja teve a confirmação da Yamaha, sobre a troca do fornecedor dessas peças e se a Yamaha tem a intenção de incorporar na família a Tenere 660Z com ABS em 2014? Só não pode abusar no valor por causa do ABS porque a Tiger 800 XC custa R$ 39,000,00

    • Olá, Carlo. De fato, a XT 660 R é mais do que maravilhosa, ela é fantástica. Só não a comprei por dois fatores: 1- aqui em São paulo é muito visada para assalto e, portanto, o valor do seguro é altíssimo para o meu perfil. 2- precisava de uma moto com autonomia para viajar com maiores distâncias, por isso a escolha da Z. A Yamaha trocou meus piscas na garantia, dizendo que era o novo lote, com um novo fornecedor. De fato pensei que iria durar, e durou bastante, mas ontem, ao voltar de uma viagem de 940 km, o pisca frontal direito e traseiro direito quebrou. Acho que não trocaram por um novo lote. Ainda não deu tempo de procurar uma concessionária para “reclamar”.
      Sobre a nova Z com ABS a Yamaha está confirmando, com um preço mais barato, acompanhando as da mesma categoria, em torno de 29 a 32 mil reais, com versões mais baixa, para trazer um maior nº de clientes, como os de estatura mais baixa.
      Carlo, muito obrigado pela sua colaboração. Estarei a disposição. Abraços.

      • boa tarde Amaral!

        Complicado esse lance das setas e outras partes da moto!! Por mais que a moto vibre, o material usado tem que ser muito ruim, MAS MUITO RUIM MESMO, para isso ocorre tanto assim.Se Teneré vibrasse igual a XT 660R então, iria se desmontar na primeira viagem!! Sacanagem! uma moto tão bonita, disigner único e ter esses defeitos crônicos que não são resolvidos. A moto ja está desde 2011 no mercado brasileiro. Não era para ter mais esse tipo de problema!. A Yamaha parece que não se importa com a queimação de filme que esses defeitos acarretam (eu mesmo, que seria um cliente em potencial, acabo focando os olhos para outras marcas)Tudo bem que eles cumpram a obrigação de trocar as peças quebras durante a garantia. Mas a garantia não é ETERNA rsrsrs.Como vai ficar depois?
        Vamos ver se em 2014 eu leio relatos mais positivos, porque comprar esse ano sem chance. vai ser dor de cabeça na certa!!!
        Valeu Amaral!! Se for possível, continue postando informações sobre Tenere 660z. Se a Yamaha está tomando providências sobre esses problemas, notícias sobre a moto em 2014 e coisas do tipo!! Abs!!

        • Marcelo Aleixo diz:

          Tenho uma Ténéré 2012. Os quatro piscas já foram trocados… e agora três meses e dois dias depois um dos piscas trazeiros quebrou novamente, ou seja dois dias após o vencimento da garantia. Fui até a concessionária da minha cidade e o que ouvi foi: Infelizmente a garantia venceu, não podemos fazer nada além de lhe vender novos piscas a um preço módico de R$ 169,00 a unidade… mais a mão de obra para trocar lógico!!! Gosto muito da moto, mas infelizmente as concessionária da marca são horríveis. Pou voltar para Sra. Honda.

  6. Amaral! Parabéns pelo site.
    Informações com precisão e nível de excelência que não encontrei em lugar nenhum. Sites, revistas e seus sites, fóruns específicos. Estava na academia e parei para ler seu site que achei na sorte pelo Google. Sou “louco” pelos conceitos e visões da Yamaha e a defedendo com um time de futebol, defendo com muita substância e equilíbrio. Tenho uma Ténéré 250 2011, minha primeira motocicleta e marca depois de muito ler e me apaixonar pela Yamaha. Com ela, asfaltos, rios, florestas, dunas, sertão, pedras e puso liso, encaro tudo. Não comprei a Ténéré 660 por ausência do ABS que aguardo com muita fé. Na XJ6 já chegou, então agora, só aguardar na T660 como você já disse. Eu e a patroa, malotes completos, ABS e asfaltos, montanhas, dunas, rios, praias, sertão. Eu não tenho limites. Obrigado pelas informações e aguardando a T660 ABS 2014. Abç.

  7. Amaral,
    Hoje eu tenho uma falcon e estou louco para comprar Tenéré 660z.
    Segundo informado é verdade que em 2014 a Tenere 660 vai ter freios ABS?
    Se for verdade vou aguarda.

  8. Bom site!

    Também estou no time que compro uma tenere 660 se ela tiver abs.

  9. MANOEL CORDEIRO diz:

    Realmente depois de ler todos os relatos também sou um satisfeito dono de uma Tenere 660z, o que incomoda são as caixas de ar laterais que racham, mesmo a moto estando parada e a Yamaha não esta nem aí para a troca das mesmas. Quanto aos piscas o problema foi resolvido com a troca com materiais mais resistentes a trepidação.No mais a moto é fantástica.

  10. Olá, tenho interesse em comprar uma Tenerê 660, mas apos ler os relatos acima fiquei preocupado, vou aguardar mais um pouco para ter certeza da solução dos problemas mencionados. Parabéns Amaral pelo trabalho prestado aos amantes de motos.

  11. Ricardo André diz:

    Sou mais um no meio de tantos!! Também espero pelo lançamento da “TENEZÔNA” 2014 e é claro com todas as soluções para os problemas ou defeitos acima relatados pelos colegas. Tenho a sua irmã caçula,XTZ 250 TÉNÉRÉ e nunca deu nada de bronca,cheguei até ir numa concessionária HONDA e fiz o teste-drive na NC700 “CROSS OVER”gostei,a TRANSALP não tinha para o teste e de tanto esperar pela YAMAHA,fui até uma HARLEY&DAVIDSON e me apaixonei pela V-ROD MUSCLE e disse vou mudar de estilo,mas,pra onde eu moro não dá,é muito baixa!!! Vou esperar mais um pouco pela TÉNÉRÉ 660 até o fim de fevereiro.Obrigado a todos pelas dicas e comentários!!

  12. Entao amaral ,agora em 1014 ja esta resolvido ós problemas da tenere 6660z ou nao?

    abracos e aguardo resposta

    • Olá, Julho. Fiz uma matéria sobre os 30.000 km da Ténéré. Dê uma olhadinha lá. Mas parece que sim, pois os psicas não quebraram mais. Porém, é bom ver as análises de nossos leitores, também. Um grande abraço.

  13. Boa noite galera…

    Sou um fã incondicional da Ténéré, e fico muito feliz de ver que existem muitas pessoas pelo país que são assim como eu.
    O fato é que a Yamaha, assim que começou a produzir a nossa Ténéré 660 aqui no Brasil, teve a grande infelicidade de fechar com fornecedores ruins. Fornecem materiais de péssima qualidade. Um pouco da culpa é da Yamaha sim, mas como o Amaral já disse, tudo indica que os novos modelos já estão com as devidas correções feitas. Ainda bem. QUero comprar a minha esse ano. Estou louco pra saber se a cinza vai ser fabricada aqui.
    No mais, um abração para todos os fãs da Ténéré. Se souberem de novidades, postem aqui no site do Amaral.
    Parabéns Amaral. Vamos continuar investigando…
    Abraços

  14. Bom dia. Sou proprietário de uma tenere 250 azul e estou pesando em migrar para a 660 ainda esse ano. Confesso que os problemas mencionados de quebra e trinca de partes da moto me deixou assustado, quase pensando em ficar na Vstrom mas não adianta. A paixão pela tenere é maior. Só espero que a 2014 venha com os problemas solucionados, porque é uma vergonha pra Yamaha acontecer isso. Ainda mais que a yamaha ta investindo pesado pra tentar recuperar um pouco do mercado da honda. Quer tiver uma 2014 e quiser postar sua análise será de bom uso para todos. Grande abraço.

  15. Estou fechando negocio na minha T660, claro que, como muitos outros, fiquei chocado!!! Possuo yamaha ja a 6anos, beirando 70mil km (fz250 2008 50km & T250 2013 17km)!! Mas nao ficar na pista pra mim hoje é o mais importante! Tambem como muitos, vou pro trabalho de moto e nao ha nafa pior que ficar na pista! Contudo ainda manterei minha preferencia pela T660 a frente das concorrentes… GS650, vstrom 650, transalp, nc700x, e a kavazaki versys… Ao meu ver a T660 so perde em cavalada, nao vou andar a 180 anyway.

  16. Guilherme Lima diz:

    Sempre andei com motos trail. É uma paixão inexplicável. Tenho uma XRE 300 2013. Comprei zero km a exatos 365 dias. Um ano de uso, 18 mil kms. Uso para ir ao trabalho alguns dias da semana (em média 70 a 80 kms) mas uso mais em viagens curtas e longas (a última, 2200 km em 4 dias, e 4000 nas férias, em 20 dias), e quando está frio, chego a rodar mais de 100km depois que chego do trabalho. Sempre sonhei com a Teneré. Agora estou negociando a minha. Aqui em Porto Alegre, Rio Grande do Sul, o preço é mais salgado: em média 33,700. Reconheço todos os problemas relatados, mas sigo acompanhando e já percebi que aparentemente, foram resolvidos. Não tenho problema com isso, meu único problema é não tê-la em minha garagem.

    Gosto desse trator e de sua autonomia. Gosto do conforto e tenho tesão pela tradição que ela representa.

    Devo buscar a minha nos próximos meses!

    forte abraço.

  17. HÉLIO CORNÉLIO DOS SANTOS diz:

    Começei a pilotar uma 125 da Honda, pois pensei em não gostar do lance de duas rodas.Me apaixonei e comprei uma Falcon, mas por motivos financeiros, devido ao custo de manutenção resolvi, embalado pelo amigo Giovani que já possuia uma XT, comprei uma Tenere 250. Foi paixão de cara e agora adquiri uma T660, só que diante de tantos relatos, estou com receio de que fiz um mal negócio. Será que vou me arrepender Amaral?

  18. Tenho uma XTZ 250 TENERE…primeira moto, com mais de 40 de idade e costumo utilizada nos finais de semana para passeios e algumas vezes durante a semana para trabalho. A motoca tem se mostrado versátil, econômica e não tive problemas com ela…espero que continue assim. Mas já a algum tempo estou na dúvida entre a XT 660R e a XT 660Z. A única certeza que tenho e que ainda este ano vou comprar uma destas…não faço trilhas mas é aquele negócio do tesão pela moto…Qual sua dica Amaral? Abraço.

    • Muito obrigado pela confiança, amigo Weider. Muito legal sua dúvida, pois embora as duas motos sejam iguais na motorização, mas são bem diferentes, no “divertimento”. Tive esta mesma dúvida, pois a XT 660 R é muito versátil, leve, faz manobras rápidas, uma moto muito na mão. Porém, só não a comprei por causa do índice de roubos e o preço do seguro inviável! Mas, também, eu precisava de uma moto para viagens mais longas com uma autonomia de combustível maior, e por isso a XT 660 Z Ténéré foi a minha escolha. Olha, amigo, não me arrependi. Portanto, a Ténéré 660 não é uma moto tão versátil com a R, mas é uma moto mais confortável, com autonomia muito boa e possui um torque excelente para o dia a dia. Espero ter ajudado. Um forte abraço.

    • vc sabe dizer se a tenere 2014 vem com freio abs……

  19. Elvis Ramos diz:

    Olá Amaral, curti muito suas dicas e informações sobre a Ténéré 666, tenho uma Ténéré de 250, e já tenho ela a dois anos, viajo bastante com ela, percorrendo até 300 km, duas vezes por semana. Tbem uso ela no dia-a-dia no urbano. Estou afim de de upar para a 660. Minha duvida é com as dimensões e versatilidade dela para o transito urbano, tenho 1,78 e 74 quilos, as vezes penso que essa moto é difícil de guiar no transito da cidade….

    • Amigo Elvis, de fato, comparando, a 250 é uma moto muito versátil, entretanto, a T 660, comparando com as outras de seu porte, ela também é muito versátil para o dia-a-dia, junto com a GS 650. Pela sua altura e peso a T 660 é a ideal. No entanto, como é uma moto muito torcuda, é necessário se acostumar com o jeitão bruto dela para o trânsito urbano. Necessita de muita embreagem e reduções de marchas para se sair bem na cidade. Eu a uso no dia-a-dia e gosto muito. Mas deve se acostumar com o calor do escape na perna esquerda. Faça um teste rider antes de comprá-la. Mas acho que não se arrependerá.

  20. Elvis Ramos diz:

    Obrigado Amaral, já até me animei heim! Vou ver ainda nesse mês na concessionária uma voltinha com ela. Valeu mesmo.

  21. Estou pensando em adquirir uma moto mais trail, tinha uma Bandit 650 e gostava muito da criança, mas quero mudar de estilo.
    Muito bacana a troca de informações aqui, estão de parabéns.
    Minhas opções são Teneré 660, Versys 650, Vstron 650, Transalp 700 e uma muito interessante Triumph 800 a qual está por 36,400 (valor pouco acima e até inferior de algumas das outras citadas)já com ABS, computador de bordo e um motor fantástico.
    Confirmei essa semana que estão chegando as 2014/15 com ABS aqui em Curitiba, mas achei um pouco salgado o valor, 33 mil.
    Quero ver se acho uma semi nova para um valor mais em conta.
    abraço galera

    • Gustavo, muito obrigado pelo acesso a minha página. Estas opções são muito boas, e a Tiger 800 é uma moto fantástica, e o preço está ótimo. Mas se quer uma moto mais OFF e Ténéré é a melhor. Mas é bom que você leia o Artigo 30.000 km da Ténéré. Um forte abraço.

  22. HÉLIO CORNÉLIO DOS SANTOS diz:

    Depois de ler todos os seus comentarios a repeito de um problema ue sempre aparece na 660 tenere que . com o conjunto de setas e lendo em das suas ultimas publicações que tal problema já tinha sido resolvido pela fabrica, me vi surpreso pois comprei uma moto tenere e depois de 2 meses de uso, uso doméstico sem grandes viagens o conjubto de seta não esta funcionando e em contato com a autorizada fui informado que talves o problema pode não ser coberto pela garantia isso pode

  23. Moisés Brant diz:

    Olá Amaral,

    Fui proprietário de uma XT 660R que me deixou saudades. O pior é que a vendi ainda nova, com 10.000 km rodados, para trocar por uma XT 660Z TÉNÉRÉ. Mas por que pior? Tão logo recebi a moto, a XT 660Z TÉNÉRÉ, quebraram-se todos os piscas, os quais foram, após algum tempo, trocados pela concessionária. Todavia, se não bastasse, a carenagem lateral de plástico trincou no local onde se prende o parafuso, próximo ao tanque de combustível, e dos dois lados. Contudo, de tanto desgosto e arrependimento, encontrei uma solução, qual seja: resolvi trocar a XT 660Z TÉNÉRÉ, com apenas 8000 km rodados, por uma SUPERTÉNÉRÉ 1200. Minha nova moto está com aproximadamente 7.400 km rodados, dos quais, até agora, não tenho muito o que reclamar. Forte abraço, Moisés

  24. leandro paulo diz:

    Boa tarde, Amaral!

    Vejo q vc entende bem dessa moto xt 660 z , eu tenho 1,83 alt e 90 kg. Minha esposa 58 kg. Tirando esses problemas d setas e carenagem. Na sua opinião , sera q ela vai me surpreender em longas viagens , como de são Paulo p minas gerais. A altura dela e o conforta e a forca. O q vc tem p me dizer dela. Convensa-me a compra uma. Mas de preferencia com ABS.

    • Olá, Leandro. Muito obrigado por sua confiança. Estou terminando o teste da XT 660 Z Ténéré com ABS. Mas ela é mais baixa. A Standart é a mais alta e para você e sua esposa é melhor por causa de sua altura. Peço-lhe que leia o teste dos 30 mil km da Ténéré, pois não poderei convencê-lo, cada pessoa tem um gosto. O primeiro teste desta T 660, eu analiso que esta moto é para quem gosta de “trator”, ou seja, ame-a ou odiei-a. Acredito que esta moto não tem meio termo. Por favor, leia todos os teste que eu fiz, mais o novo teste da T660 com ABS, e acho que você mesmo poderá se convencer. Mas deve analisar as outras concorrentes, com preço semelhante. Um forte abraço e mais uma vez muito obrigado!

      • leandro paulo diz:

        Obrigado, Amaral!
        Outro dia dei uma volta na XT 660r de um amigo. Caaaaaaarra! Fala serio, me apaixonei pela maquina. As duas e mesmo motor. Mas o conforto e diferente? Eu ela p cidade e asfalto. Q vc acha?

        • Eu que agradeço por sua atenção. Já estou terminando o novo teste. Espero que goste. Um forte abraço.

          • Boa tarde Amaral,
            Vc disse estar testando a nova tenere 660 ABS. Estou para decidir a compra de uma moto desta categoria e preço. Mesmo achando o preço alto para uma monocilindro, a primeira opção seria a teneré com abs. penso ser mais versátil que as concorrentes. Então será que com 1,80m ela seria baixa para mim?? O que está achando desta nova moto no geral em relação ao modêlo sem abs??? já tive outras motos com abs, porém naked.

          • Olá, amigo Edinaldo. Neste mesmo site já está postado o teste da 660 com ABS. Por favor, leia e comente comigo depois de suas conclusões. Será uma honra saber de sua opinião. Abraços.

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